Absorta no quarto negro.
Um refúgio;
Uma espaço entre o agora e o branco.
Um mundo idealizado sem muros.
A masmorra joga-me ao abismo,
Enterra-me em sua solisistência.
Aquieto-me em desespero voraz
Já não respiro.
Suspiro ofegante.
Já não existo mais.
Quando mesmo existi?
Enterro-me no mármore de minha decadência.
Morro e assim vivo de minha inexistência.
-Srta Chagas
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